Apr 6, 2007

O nada por preferência


Os que me conhecem sabem de minha pulsão obsessiva e necessária por fazer diferentes coisas ao mesmo tempo, engajar-me em diferentes projetos. Após ver meu primeiro curta em tela, filmado, com erros, acertos, melhoras, sucessos etc., senti-me compelido a escrever meu primeiro longa-metragem, que já frequentava meus pensamentos há algum tempo. Após escrever diversas páginas, descrições de personagens e sinpose, deparei-me com uma cena crucial para o enredo e inquietei-me bastante por não conseguir imaginar-lhe nenhum desfecho satisfatório, o que significa um lexotan inteiro em vez de metade. Após um ou dois dias, veio-me claramente como deveria proceder e a resposta foi: não faça nada. Assim o fiz, entra o protagonista na sala, abre seu celular para efetuar uma ligação de emergência, pára, fecha o celular e acende um cigarro, no qual dá duas ou três tragadas pausadamente. Não conto mais nada para não poupar-lhes da decepção ao ver a película...

2 comments:

Daniela said...

Acho q as personagens interessantes dos filmes deveriam deixar de ser obrigatoriamente fumantes. Ah, viu? Pq um asmático n pode ser interessante? Q coisa!
N acredito q vc toma lexotan. Isso é tão sec. XXI.
Os escritores dos meus filmes enchem a cara qnd tem um bloqueio (hahaha, viva o preconceito! - no sentido de ideias pré-concebidas, n de intolerancia) =P

Kah said...

Lexotan?Prefiro Ziprexa,hehe...Como faremos prá ver esse filme?Que os fumantes fiquem só no filme, pois sou alérgica...