Jul 24, 2008

Exógeno



Ontem assisti, num show pessoalíssima, ao artista John Greaves. Pra quem gosta de poesia, música, sensibilidade... Como é fácil ser artista! Basta não se negar ao resto. Só é preciso ser em plenitude!

p.s.: David Mamet: "A arte, já não mais domínio do artista, tornou-se o instrumento do empresário, ou seja, o instrumento da mente consciente. A mente consciente pergunta: "Pra que serve a arte?" e responde "Serve para agradar as pessoas". Mas a mente consciente não pode ter prazer agradando as pessoas por meio da arte, pois a mente consciente não pode criar arte. De modo que a mente consciente se alia à arte, e tem prazer ganhando dinheiro.

6 comments:

Mazinha said...

AH! Quanta saudade desse rapaz que tá virando um guri!

Bjs

Guto Leite said...

A fala é mútua, caríssima! De volta por aqui?
Grande beijo!

compulsão diária said...

Maravilhoso o link. Estou vendo e lembrei de um autor que vc gosta: Ecco e ele diz em A definição da arte que entender a poética da matéria, do acaso e, também, do objeto encontrado, como um procedimento que funde aqueles dois momentos constitutivos da arte: a intenção formativa inicial e a pesquisa interpretativa final. assim, acho que esse consciente de vc fala está muito marcado pela fala, oportuna sim, do genial Mammet, mas talvez um tanto ácida. Afinal, ele não se deu bem com Cinturão Vermelho, né?!
Esse consciente - não tem jeito não - é filtro Guto. agora depende da manutenção rsrs. Chega de bobagem. beijo

isaac said...

aloha gutão !
obrigado pelos comentários.
iniciei leitura mais meticulosa do "aperitivos e sobremesas". dentro de alguns dias espero retornar com comentários.
grande abraço !

Mimi said...

Obrigada pelo carinho de sempre, Guto e tudo que escrevo são os sentimentos que escorrem pela minha garganta, batem de leve no coração e transbordam nas minha palavras.

Rapaz, que dica!

beijos saudosos

Guto Leite said...

Me senti tão bem em ver este espaço transformado em diálogo de muito bom nível! Assim quase me considero útil!
Sobre o Mammet, preciso fazer justiça ao autor, que anteriormente ao trecho citado definia o artista como uma espécie de "barqueiro do inconsciente" e que os demais seriam incapazes deste processo. Daí a fala de que o empresário, só consciente, não teria manejo algum para lidar com arte.
Feitas as justiças, abraço e muita arte!