Jan 14, 2009

A hipérbole do erro

Qualquer um que se preza deve tomar algum posicionamento diante dessa guerra, então o faço! Não o faço analisando os méritos, a história bíblica ou deste século das desavenças entre os dois povos. Nem mesmo aventarei quais as bases do conflito. Sou contra a morte de um homem por outro homem, quaisquer que sejam eles. As guerras são, na verdade, uma hipérbole do que eu não gosto! Fica meu poema-asco.

função

para cada macho uma fêmea
limpa e preparada
para cada fêmea seu macho
educado no esboço
para cada soldado uma bala
uma única bala
para matar a saudade
que todo corpo tem do nada

2 comments:

isaac said...

gutasso ! feliz 2009 campeão !
tou de volta às páginas deste superblog, me deparo com este breve tiro apetitoso, uma jihad em versos, talvez um grande aprendizado lá para os hebróicos e palestontos.
abraçãos querido

Guto Leite said...

Valeu pela volta, amigo! Tua presença é sempre bem-vinda e quista nestas paragens. Um grande abraço e arte!